GLOSSÁRIO

A Clínica de Psicologia e Psicanálise do GAS disponibiliza um GLOSSÁRIO com termos da Psiquiatria, Psicanálise e Psicologia, com o intuito de facilitar a compreensão desses termos recorrentes na Área da Saúde, principalmente da Saúde Mental.

Não temos a pretensão de esgotar qualquer um desses temas citados, nem tampouco descrever amiúde todos os fenômenos pertinentes aos respectivos termos/ transtornos/ síndromes/ sintomas/ expressões.

Nosso GLOSSÁRIO tem como finalidade uma compreensão aproximada desses conceitos, devendo os interessados em aprofundar-se buscar referências científicas na vasta oferta de publicações existentes.

Apresentar conceitos de referenciais teóricos distintos como psiquiatria, psicanálise e psicologia num mesmo bloco, não significa confundir conceitos e perspectivas científicas, mas nos destacar como profissionais que transitam entre vários campos do saber, fazendo interlocução e respeitando o lugar de cada um, sem ter que abrir mão do próprio referencial teórico.

 

Análise Didática. Termo empregado a partir de 1922 e adotado, em 1925, pela International Psychoanalytical Association (IPA), para designar a psicanálise de quem se destina à profissão de psicanalista. Trata-se de uma formação obrigatória.

(Fonte: Dicionário de Psicanálise. Elisabeth Roudinesco e Michel Plon).

 

Ansiedade (Transtorno de Ansiedade Generalizada). O aspecto essencial é a ansiedade, generalizada e persistente, mas não restrita ou mesmo fortemente predominante em quaisquer circunstâncias ambientais em particular (isto é, ela é “livremente flutuante”). Como em outros transtornos ansiosos, os sintomas dominantes são altamente variáveis, mas queixas de sentimentos contínuos de nervosismo, tremores, tensão muscular, sudorese, sensação de cabeça leve, palpitações, tonturas e desconforto epigástrico são comuns.

O paciente deve ter sintomas primários de ansiedade na maioria dos dias por pelo menos várias semanas e usualmente por vários meses. Esses sintomas devem usualmente envolver elementos de:

a)      Apreensão (preocupações sobre desgraças futuras, sentir-se “no limite”, dificuldade de concentração, etc.);

b)      Tensão motora (movimentação inquieta, cefaléias tensionais, tremores, incapacidade de relaxar) e

c)  Hiperatividade autonômica (sensação de cabeça leve, sudorese, taquicardia ou taquipnéia, desconforto epigátrico, tonturas, boca seca, etc.).

(Fonte: Classificação de Transtornos Mentais e de Comportamento da CID-10).

 

Associação Livre. Método que consiste em exprimir indiscriminadamente todos os pensamentos que ocorrem ao espírito, quer a partir de um elemento (palavra, número, imagem de um sonho, qualquer representação), quer de forma espontânea.

(Fonte: Vocabulário de Psicanálise. Laplanche e Pontalis).

 

CAPS: Centro de Atenção Psicossocial. Seu objetivo é oferecer atendimento à população, realizar o acompanhamento clínico e a reinserção social dos usuários pelo acesso ao trabalho, lazer, exercício dos direitos civis e fortalecimento dos laços familiares e comunitários.  

Os Centros de Atenção Psicossocial (CAPS), entre todos os dispositivos de atenção à saúde mental, têm valor estratégico para a Reforma Psiquiátrica Brasileira. Com a criação desses centros, possibilita-se a organização de uma rede substitutiva ao Hospital Psiquiátrico no país. Os CAPS são serviços de saúde municipais, abertos, comunitários que oferecem atendimento diário.

É função dos CAPS:

- prestar atendimento clínico em regime de atenção diária, evitando as internações em hospitais psiquiátricos;

- acolher e atender as pessoas com transtornos mentais graves e persistentes, procurando preservar e fortalecer os laços sociais do usuário em seu território; 
- promover a inserção social das pessoas com transtornos mentais por meio de ações intersetoriais; 
- regular a porta de entrada da rede de assistência em saúde mental na sua área de atuação; 
- dar suporte a atenção à saúde mental na rede básica; 
- organizar a rede de atenção às pessoas com transtornos mentais nos municípios; 
- articular estrategicamente a rede e a política de saúde mental num determinado território 
- promover a reinserção social do indivíduo através do acesso ao trabalho, lazer, exercício dos direitos civis e fortalecimento dos laços familiares e comunitários.

Estes serviços devem ser substitutivos e não complementares ao hospital psiquiátrico. De fato, o CAPS é o núcleo de uma nova clínica, produtora de autonomia, que convida o usuário à responsabilização e ao protagonismo em toda a trajetória do seu tratamento.

Os projetos desses serviços, muitas vezes, ultrapassam a própria estrutura física, em busca da rede de suporte social, potencializadora de suas ações, preocupando-se com o sujeito e a singularidade, sua história, sua cultura e sua vida cotidiana.

O perfil populacional dos municípios é sem dúvida um dos principais critérios para o planejamento da rede de atenção à saúde mental nas cidades, e para a implantação de centros de Atenção Psicossocial. O critério populacional, no entanto, deve ser compreendido apenas como um orientador para o planejamento das ações de saúde. De fato, é o gestor local, articulado com as outras instâncias de gestão do SUS, que terá as condições mais adequadas para definir os equipamentos que melhor respondem às demandas de saúde mental de seu município.

 

Existem cinco tipos de CAPS diferentes, cada um com uma clientela diferenciada (adultos, crianças/adolescentes e usuários de álcool e drogas) a depender do contingente populacional a ser coberto (pequeno, médio e grande porte) e do período de funcionamento (diurno ou 24h). 

• CAPS I - são serviços para cidades de pequeno porte, que devem dar cobertura para toda clientela com transtornos mentais severos durante o dia (adultos, crianças e adolescentes e pessoas com problemas devido ao uso de álcool e outras drogas).


• CAPS II - são serviços para cidades de médio porte e atendem durante o dia clientela adulta.


• CAPS III – são serviços 24h, geralmente disponíveis em grandes cidades, que atendem clientela adulta.

 
• CAPSi – são serviços para crianças e adolescentes, em cidades de médio porte, que funcionam durante o dia.

 
• CAPS ad – são serviços para pessoas com problemas pelo uso de álcool ou outras drogas, geralmente disponíveis em cidades de médio porte. Funciona durante o dia. 

Todos os tipos de CAPS são compostos por equipes multiprofissionais, com presença obrigatória de psiquiatra, enfermeiro, psicólogo e assistente social, aos quais se somam outros profissionais do campo da saúde. A estrutura física dos CAPS deve ser compatível com o acolhimento, desenvolvimento de atividades coletivas e individuais, realização de oficinas de reabilitação e outras atividades necessárias a cada caso em particular.

 (Fonte: Portal da Saúde do SUS - Ministério da Saúde). 

  

Dependência Química (Síndrome de Dependência). Um conjunto de fenômenos fisiológicos, comportamentais e cognitivos, no qual o uso de uma substância ou uma classe de substâncias alcança uma prioridade muito maior para um determinado indivíduo que outros comportamentos que antes tinham maior valor. Uma característica descritiva central da síndrome de dependência é o desejo (frequentemente forte, algumas vezes irresistível) de consumir drogas psicoativas (as quais podem ou não terem sido medicamente prescritas), álcool ou tabaco. Pode haver evidência que o retorno ao uso de substância após um período de abstinência leva a um reaparecimento mais rápido de outros aspectos da síndrome do que o que ocorre com indivíduos não dependentes.

(Fonte: Classificação de Transtornos Mentais e de Comportamento da CID-10).

 

Depressão (Episódio Depressivo, Transtorno Depressivo). O indivíduo usualmente sofre de humor deprimido, perda de interesse e prazer e energia reduzida levando a uma fatigabilidade aumentada e atividade diminuída. Cansaço marcante após esforços apenas leves é comum. Outros sintomas comuns são:

a)      Concentração e atenção reduzidas;

b)      Auto-estima e autoconfiança reduzidas;

c)       Idéias de culpa e inutilidade (mesmo em um tipo leve de episódio);

d)      Visões desoladas e pessimistas do futuro;

e)      Idéias ou atos autolesivos ou suicídio;

f)       Sono perturbado;

g)      Apetite diminuído.

O humor rebaixado varia pouco de dia para dia e, freqüentemente, não é responsivo às circunstâncias, mas pode ainda mostrar uma variação diurna característica, à medida que o dia passa.

O episódio depressivo ou Transtorno depressivo recorrente pode ser subdividido em:

  • Leve
  • Moderado
  • Grave

(Fonte: Classificação de Transtornos Mentais e de Comportamento da CID-10).

 

Estresse. Quadro mórbido característico, de natureza basicamente psíquica, onde inexistem causas orgânicas capazes de serem evidenciadas pelos meios usuais de exame médico, que aparece em condições especiais, de trabalho ou de guerra. Apresenta quadro predominante psíquico acompanhado de repercusões orgânicas. A sintomatologia é múltipla e polimorfa com cefaléias, tonturas, anorexia, tremores de extremidades, adinamia, dificuldades de concentração, crises de choro.

(Fonte: DeCS  - Descritores em Ciência da Saúde - Biblioteca Virtual em Saúde). 

  

Fobia (Transtornos fóbico-ansiosos). Nesse grupo de transtornos, a ansiedade é evocada apenas, ou predominantemente, por certas situações ou objetos (externos ao indivíduo) bem definidos, os quais não são correntemente perigosos. Como um resultado, essas situações ou objetos são caracteristicamente evitados ou suportados com pavor. A ansiedade fóbica é subjetiva, psicológica e comportamentalmente indistinguível de outros tipos de ansiedade e pode variar em gravidade desde leve desconforto até terror. A preocupação do paciente pode estar focalizada em sintomas individuais, tais como palpitações ou sensação de desmaio e está freqüentemente associada a medos secundários de morrer, perder o controle ou enlouquecer. A ansiedade não é aliviada pelo reconhecimento de que outras pessoas não consideram a situação em questão como perigosa ou ameaçadora. A mera perspectiva de entrar na situação fóbica usualmente gera ansiedade antecipatória.

(Fonte: Classificação de Transtornos Mentais e de Comportamento da CID-10).

 

Inconsciente. Em Psicanálise, o inconsciente é um lugar desconhecido pela consciência: uma ‘outra cena’. Na primeira tópica elaborada por Sigmund Freud, trata-se de uma instância ou um sistema constituído por conteúdos recalcados que escapam às outras instâncias, o pré-consciente e o consciente. Na segunda tópica, deixa de ser uma instância, passando a servir para qualificar o Id e, em grande parte, o Ego e o Superego.

(Fonte: Dicionário de Psicanálise. Elisabeth Roudinesco e Michel Plon).

 

Interpretação. Termo extraído do vocabulário corrente  e utilizado por Sigmund Freud em A Interpretação dos Sonhos para explicar a maneira como a psicanálise pode dar uma significação ao conteúdo latente do sonho, a fim de evidenciar um desejo inconsciente de um sujeito. Por extensão, o termo designa qualquer intervenção psicanalítica que vise compreender a significação inconsciente de seus atos ou de seu discurso, quer esses se manifestem através de um dito, de um lapso, um sonho, um ato falho, de uma resistência, da transferência, etc.

(Fonte: Dicionário de Psicanálise. Elisabeth Roudinesco e Michel Plon).

 

Lacan. Psiquiatra e Psicanalista francês, dentre os grandes intérpretes da história do freudismo, Jacques Lacan foi o único a dar à obra freudiana uma estrutura filosófica e tirá-la de seu ancoramento biológico, sem com isso cair no espiritualismo. O paradoxo dessa interpretação inovadora única é que ela reintroduziu na Psicanálise o pensamento filosófico alemão, do qual Sigmund Freud se tinha voluntariamente afastado. Essa poderosa contribuição fez de Lacan o único verdadeiro mestre da Psicanálise na França, o que lhe valeu muita hostilidade.

(Fonte: Dicionário de Psicanálise. Elisabeth Roudinesco e Michel Plon).

 

Pânico (Transtorno de Pânico). Os aspectos essenciais são ataques recorrentes de ansiedade grave (pânico), os quais não estão restritos a qualquer situação ou conjunto de circunstâncias em particular e que são, portanto, imprevisíveis. Assim como em outros transtornos de ansiedade, os sintomas dominantes variam de pessoa para pessoa, porém o início súbito de palpitações, dor no peito, sensações de choque, tontura e sentimentos de irrealidade (despersonalização ou desrealização) são comuns. Quase invariavelmente há também um medo secundário de morrer, perder o controle ou ficar louco. Um indivíduo em ataque de pânico freqüentemente experimenta um crescente de medo e sintomas autonômicos, o qual resulta em uma saída, usualmente apressada, de onde quer que ele esteja. Ataques de pânico constantes e imprevisíveis produzem medo de ficar sozinho ou ir a lugares públicos. Um ataque de pânico com freqüência é seguido por medo persistente de ter outro ataque.

(Fonte: Classificação de Transtornos Mentais e de Comportamento da CID-10).

 

Psicanálise. Termo criado por Sigmund Freud, em 1896, para nomear um método particular de psicoterapia (ou tratamento pela fala) proveniente do processo catártico (catarse) de Josef Breuer e pautado na exploração do Inconsciente, com a ajuda da associação livre, por parte do paciente, e da interpretação, por parte do psicanalista.

Por extensão, dá-se o nome de Psicanálise:

1-      Ao tratamento conduzido de acordo com esse método;

2-      À disciplina fundada por Freud (e somente a ela), na medida em que abrange um método terapêutico, uma organização clínica, uma técnica psicanalítica, um sistema de pensamento e uma modalidade de transmissão do saber (análise didática, supervisão) que se apóia na transferência e permite formar praticantes do inconsciente;

3-      Ao movimento psicanalítico, isto é, uma escola de pensamento que engloba todas as correntes do freudismo.

(Fonte: Dicionário de Psicanálise. Elisabeth Roudinesco e Michel Plon).


Psicologia. A Psicologia tem sido definida de diversas maneiras, dependendo da tendência dos pesquisadores no momento em que a definição foi formulada. Ela tem sido diferentemente definida como o ‘estudo da mente’, ‘o estudo do comportamento’, ‘o estudo da experiência humana’ e o ‘estudo da vida mental’. É difícil elaborar uma definição que satisfaça a todos, embora possamos afirmar que ela compreende o estudo do comportamento e da experiência humana e animal, examinada de diferentes ângulos e sob uma variedade de técnicas, muitas das quais enfatizam a importância da evidência empírica como suporte da explicação teórica.

(Fonte: Dicionário de Psicologia. Peter Stratton e Nicky Hayes).

 

Psicoterapia. No sentido amplo, qualquer método de tratamento dos distúrbios psíquicos ou corporais que utilize meios psicológicos e, mais precisamente, a relação entre o terapeuta e o doente; a hipnose, a sugestão, a reeducação psicológica, a persuasão, etc.

(Fonte: Vocabulário de Psicanálise. Laplanche e Pontalis).

 

SIPAT. Consta das Normas Regulamentadoras - NR - do Capítulo V, Título II, da Consolidação das Leis do Trabalho da Constituição Federal Brasileira, relativas à Segurança e Medicina do Trabalho. Implica atribuir à Comissão Interna de Prevenção de Acidentes (CIPA) o dever de promover, anualmente, em conjunto com o SESMT (Serviço Especializado em Segurança e Medicina do Trabalho), onde houver, a Semana Interna de Prevenção de Acidentes do Trabalho - SIPAT. Normalmente, esta semana prevê série de intervenções como palestras, exposições e atividades diversas que versem sobre as práticas de prevenção aos acidentes de trabalho.

(Fonte: Consolidação das Leis do Trabalho, Lei 6.514, de 22 de dezembro de 1977).

 

Supervisão. Termo introduzido por Sigmund Freud em 1919 e sistematizado em 1925 pela International Psychoanalytical Association (IPA), na condição de prática obrigatória, para designar uma psicanálise conduzida com um paciente por um psicanalista que, por sua vez, encontra-se em análise didática, e que concorda em ser supervisionado ou controlado, isto é, em prestar contas dessa psicanálise a outro psicanalista (o supervisor). A supervisão refere-se , de um lado, à análise que o supervisor faz da contratransferência do supervisionando para seu paciente, e de outro, à maneira como se desenrola a análise do paciente. A palavra controle impôs-se em alemão, inicialmente, e, mais tarde, em francês e espanhol, sob a influência de Jacques Lacan, ao passo que o termo supervisão se impôs nos países anglófonos e nas sociedades psicanalíticas pertencentes à IPA, onde substituiu a palavra alemã. No Brasil, também se usam “controle” e “análise de controle”.

(Fonte: Dicionário de Psicanálise. Elisabeth Roudinesco e Michel Plon).

  

TDAH. Transtorno de déficit de Atenção/Hiperatividade. A característica geral desse transtorno consiste num padrão persistente de desatenção e/ou hiperatividade-impulsividade, mais freqüente e grave do que aquele tipicamente observado nos indivíduos em nível equivalente de desenvolvimento. Alguns sintomas hiperativos-impulsivos que causam comprometimento devem ter estado presentes antes dos 7 anos, mas muitos indivíduos são diagnosticados depois, após a presença dos sintomas por alguns anos, especialmente nos casos de indivíduos com o tipo predominantemente desatento. Algum comprometimento devido aos sintomas deve estar presente em pelo menos dois contextos (por ex., em casa e na escola ou trabalho).

(Fonte: Manual Diagnóstico e Estatístico de Transtornos Mentais - DSM-IV-TR)

 

Transferência. Termo progressivamente introduzido por Sigmund Freud e Sandor Ferenczi (entre 1900 e 1909), para designar um processo constitutivo do tratamento psicanalítico mediante o qual os desejos inconscientes do analisando concernentes a objetos externos passam a se repetir, no âmbito da relação analítica, na pessoa do analista, colocada na posição desses diversos objetos. Historicamente, a noção de transferência assumiu toda sua significação com o abandono da hipnose, da sugestão e da catarse pela psicanálise.

(Fonte: Dicionário de Psicanálise. Elisabeth Roudinesco e Michel Plon).

 

Transtorno Afetivo Bipolar (TAB). Este Transtorno é caracterizado por episódios repetidos (isto é, pelo menos dois) nos quais o humor e os níveis de atividade do paciente estão significativamente perturbados; esta alteração consiste em algumas ocasiões de uma elevação do humor e aumento de energia e atividade (mania ou hipomania) e em outras de um rebaixamento do humor e diminuição de energia e atividade (depressão).

(Fonte: Classificação de Transtornos Mentais e de Comportamento da CID-10).

 

Transtorno Obsessivo-Compulsivo (TOC). O aspecto essencial desse transtorno são pensamentos obsessivos ou atos compulsivos recorrentes. Pensamentos obsessivos são idéias, imagens ou impulsos que entram na mente do indivíduo repetidamente de uma forma estereotipada. Eles são quase invariavelmente angustiantes (porque são violentos ou obscenos ou simplesmente porque são percebidos como sem sentido) e o paciente usualmente tenta, sem sucesso, resistir-lhes. Atos ou rituais compulsivos são comportamentos estereotipados que se repetem muitas vezes.

(Fonte: Classificação de Transtornos Mentais e de Comportamento da CID-10).

 

 

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