CIRCULANDO

Clínica de psicologia e psicanálise

Publicado em 03/04/2018 às 10h44

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CLÍNICA AMPLIADA

Publicado em 26/02/2018 às 09h38

Milo Tchais grupo de atenção ao sujeitoHá tempos estudamos o trabalho do analista para além de sua prática stricto senso, a clínica.Em nossa prática, transitamos entre consultório privado e espaços públicos. Este trânsito... esta aplicabilidade e algo “a-mais”, motivou-nos a vivenciar uma experiência trazendo algo do contemporâneo e das manifestações populares para dentro da clínica. Referimo-nos aos muros marcados e grafitados, que se valem de telas e acolhem a diversidade. Dos muros de Berlin ao nosso Beco do Batman em São Paulo, reconhecer o valor histórico-cultural deste traço e utilizá-lo como uma metáfora de uma clínica ampliada, aplicada e em extensão, serve-nos para lembrar que nosso trabalho se conecta com o pragmatismo da vida vivida, seus imperativos... bloquinhos de carnaval... e tantos outros elementos que fazem parte de nossa realidade e de nosso entorno. Vivenciamos essa experiência com um grafiteiro do bairro, talentoso e sensível, que soube acolher nosso pedido e que nos deixou algo de si. Gratidão, Milo Tchais.

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Infância e Adolescência: impasses e saídas

Publicado em 26/08/2016 às 13h53

 

 

 

PROGRAMA  DAS  MESAS  SIMULTANEAS - 01

8:15 as 9:45h

Mesa 01 – O real em jogo na adolescência

Debatedora:  Cristiana Gallo

Coordenação: Kátia

Adolescência em retalhos –  Estanislau Alves

Meuquehorror –  Magno Azevedo

Um lugar para o adolescente – Mariana Ferretti

Adoção na adolescência: (im) possível? – Monica Nezan

 

8:15 as 9:45hs

Mesa 02 -  corpo cortado/corpo falado

Debatedora: Milena  Vicari Crastelo

Coordenação: Rosangela Santos

Corpo de tolo e errância  de jovem -  Mariana Franco

O tratamento psicanalítico como suporte à travessia da adolescência – Gabriel Bartolomeu

O cutting nos jovens na modernidade: uma forma de falar com o corpo?  - Leny Mrech

Um ato a ser efetuado ou a autenticidade das palavras? – Renata Durce

 

8:15 as 9:45hs

Mesa 03 -  Ficções necessárias

Debatedora: Maria Cecilia Ferretti

Coordenação: Jovita Carneiro

A menina do vinil verde – Rodrigo Camargo

Algumas considerações sobre o Nome-do-Pai – Maria Luiza Ricupero

Toxicomania e adolescência – Durval Mazzei

Ela foge desde os 11 anos – Cláudia Garcia e Luana Xavier

9:45 11:15hs

Mesa 04 – Corpo e sexuação

Debatedora: Paola Salinas

Coordenação:  Cynthia Nunes de Freitas

Jovens binários num mundo não binário – Blanca Musachi

Recortes de um corpo em construção – Cláudia Reis

A rede, o discurso da ciência e a (des)construção do corpo – Fernanda Turbat

A adolescência e a mulher: da balada ao tonel das Danaides – Eliane Nunes Guerra

 

 

9:45 as 11:15hs

Mesa 05 -  Autismo, psicose e invenções

Debatedora: Cássia Guardado

Coordenação: Paula Caio

A busca pela purificação – Fábio Saad

Um menino de passagem – Fátima Luzia

“Pode o Outro me perder?” O tratamento do Outro em um caso de psicose -  Izabel Abreu Kisil

A análise de uma psicose afetiva – César Skaf

 

9:45 as 11:15hs

Mesa 06 – O Real em jogo na criança

Debatedora: Lucila Darrigo

Coordenação: Mônica Bueno

A criança analisante hoje e o Real impossível de suportar – Matheus Kunst

A clínica do Real e a psicanálise com crianças – Rosangela Correia

Da troca ao equivoco – Camille Gaviolle

Apostando no sujeito – Lilian Beguelman

 

 

11:15 as 12:45hs

Mesa 07 –  Os arranjos sintomáticos na criança e no adolescente

Debatedora: Carmen Cervelatti

Coordenação: Maria da Glória

Chorume – Paula Catunda

O ponto de ancoragem na mais delicada das transições – Ana Martha Maia

Achando um caminho – Vera Furst

Comunidade anoréxica: o excesso da identificação imaginária – Jaqueline Cardoso

 

11:15 as 12:45hs

Mesa 08 –  Crianças em análise

Debatedora: Maria Berdadette Piteri

Coordenação: Eduardo Benedicto

A virtualização e o sintoma da criança  na contemporaneidade – Maria Ludmila Mourão

Entre dois lutos – Gustavo Oliveira Menezes

A escrita de um caso – Maria Cristina Merlin Filizola

A criança com o analista – Eliana Figueiredo

 

11:15 as 12:45 hs

Mesa 09 – ... na instituição

Debatedora: Marilsa Basso

Coordenação: Perpétua Medrado

Urgência da Letra – Maria Noemi de Araújo

Leia-me de trás pra frente – Luciana Legey

O risco do encontro – Ana Maria de Almeida Guerra

Algumas questões da adoção na contemporaneidade – Paula Moreau

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Dia 28/Nov/2015 - Conversação

Publicado em 09/11/2015 às 09h41

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Escuta, tempo e economia: a clínica em tempos de crise

Publicado em 09/11/2015 às 09h36

Quais as facetas da prática psicanalítica nos dias atuais? Diante das demandas relacionadas ao tempo, a economia e à escuta, como a clínica e o fazer psicanalítico se posicionam?

São questões como estas que pretendemos discutir na nossa conversação no dia 28 deste mês de novembro, no Espaço Revista Cult. Com o tema Escuta, tempo e economia: a clínica em tempos de crise, queremos proporcionar aos participantes um encontro de trocas e reflexões, de conhecimento e de reconhecimento! Não fique de fora! Garanta sua vaga inscrevendo-se já e divulgue este evento entre seus amigos!

 

Dia 28/11/2015, às 14hs, no Espaço Revista Cult

Rua Aspicuelta, 99, Alto de Pinheiros

Inscrições pelo site: http://www.gasclinicapsi.com.br/inscricao.html

Nosso evento no Facebook: https://www.facebook.com/events/1506480593006818/

 

 

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Conversação 2015

Publicado em 11/10/2015 às 20h39

Em momentos de crise e atravessamentos políticos, o que mais podemos falar sobre o Inconsciente?

Embalados pela ética que sustenta a clínica psicanalítica, o Grupo de Atenção ao Sujeito propõe uma conversação que reunirá quatro psicanalistas falando sobre:

 

"Escuta, tempo e economia: a clínica em tempos de crise"

Temas:

Quando a crise ocupa o lugar da palavra: a escuta e a posição do analista - por Julia M. C. R. L. Ribeiro

A completude que falta: um ensaio sobre tornar-se analista em tempos de crise - por Lidiane Rugene

Psicanálise em tempos de cólera - por Fabio Saad

articulação e mediação da conversação - Ana Carolina Jaen Saad

 

Compareça!!!!!

Quando: 28/11/2015, às 14h

Onde: Espaço Revista Cult, Rua Aspicuelta, 99 - Alto de Pinheiros

 

 

 

 

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Conversação: "Escuta, tempo e economia"

Publicado em 30/08/2015 às 21h19

Em momentos de crise e atravessamentos políticos, o que mais podemos falar sobre o Inconsciente? 

Embalados pela ética que sustenta a clínica psicanalítica, o Grupo de Atenção ao Sujeito propõe uma Conversação: "Escuta, tempo e economia: a clínica em tempos de crise."

Data prevista: 28/Nov/2015

Em breve, novas informações.

 

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Território do brincar

Publicado em 19/07/2015 às 21h47

Território do brincar é um filme brasileiro, estreado em Junho deste ano e que retrata crianças brincando. São crianças de diferentes idades e diversas regiões brasileiras: sertão, litoral, metrópoles e até mesmo de uma aldeia indígena.

Havia visto o trailer do filme e durante seu breve recorte, fiquei apreendida por aquelas cenas, me percebi absorta. Além disso, sobreveio certo encantamento e um sentimento misto de relaxamento e leveza.

Fiquei curiosa, fui ao cinema assistir. Então, percebi que as cenas e passagens do filme me transportaram à infância, ou melhor, ao exato sentimento que eu tinha ao brincar quando era criança. Estava novamente capturada pela fantasia e pela imaginação. Envolvida no brincar.

E o que é para a criança, o brincar criativo, senão, a vivência de transformar a realidade? Tornando-a menos incompreensível e menos concreta? O que é o brincar criativo, senão, a experiência de “moldar” a realidade conforme o próprio prazer?

O processo do brincar se dá, por excelência, no campo do simbólico, isto é, das ideias, fantasias e imaginação. Porém, possui potencial para produzir autênticas intervenções, na maneira pela qual a criança lida com a sua realidade.

 Na medida em que a criança brinca, torna-se capaz de lidar de forma criativa com a realidade e o mundo à sua volta. Por isso, com freqüência, sobrevém o efeito de relaxar as tensões e produzir alívio.

Freud bem observou o processo do brincar criativo ao notar seu neto, à época com, aproximadamente, dois anos de idade, brincando de maneira entusiasmada com um carretel preso a um cordão. O menino havia inventado um jogo no qual atirava o carretel para longe de si, até perdê-lo de vista e depois o arrastava para perto novamente e com isso, se divertia.*

 Nessa brincadeira, o neto de Freud estaria de forma simbólica, lidando com a ausência de sua mãe, a qual havia saído, mas, voltaria para reencontrá-lo mais tarde.

Voltando ao filme, várias formas de brincar, jogar e se divertir estão retratadas. Há os jogos de imitação, há as brincadeiras nas quais, o recurso que estiver à mão pode virar brinquedo e há aquelas em que o brinquedo, o objeto em si, é desnecessário, é pura fantasia.

 As crianças brincam com os recursos que têm e conforme a realidade em que estão inseridas. Há brincadeiras regionalizadas e há as “universais”, como, por exemplo, brincar de ser adulto.

Dessa forma, esse filme tão original, proporcionou revisitar minha menina e, com ela, o prazer de brincar. Atividade de efeito “relaxante”, a “calmaria”, em meio à realidade, por vezes, tão dura, incompreensível e “sisuda”: o mundo dos adultos!

Contudo, o adulto não perde a capacidade de brincar, mas, o transforma: em sonhar ou sonhar acordado, em fazer piada ou rir de sim mesmo, em transpor para as artes, a música e a literatura. Ou seja, ao abstrair.

 Enfim, brincar é sempre bem-vindo!

 

Por: Júlia Maria Candiani Rolim Loureiro Ribeiro

Psicóloga associada ao Grupo de Atenção ao Sujeito

Trabalha no Hospital do Servidor Público Municipal (HSPM)

 

Referências:

*FREUD, Sigmund. Além do Princípio do Prazer (1920) In: Obras Completas, vol. 18, Edição Standard. Rio de Janeiro: Imago, 1996

 

Veja o trailer do filme:

https://www.youtube.com/watch?v=u2fGhHGVzDE&authuser=0

 

 

 

 

 

 

 

Território do brincar: documentaristas Renata Meireles e David Reeks.

www.territoriodobrincar.com.br

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Novo endereço

Publicado em 18/02/2015 às 20h14

Nós do Grupo de Atenção ao Sujeito – Clínica de Psicologia, Psicanálise e Psiquiatria (GAS), temos a alegria de comunicar nossa mudança de endereço para à Avenida Henrique Schaumann, 1116 – Pinheiros. Nesse local, contamos com três salas de atendimento com toda infraestrutura necessária para o conforto de nossos pacientes e profissionais associados. Além disso, realizamos Supervisão Clínica, Grupo de Estudos e Clínica Acolhimento. Ficaremos muito felizes em recebê-los para conhecerem o espaço. Forte abraço.

Equipe GAS

 

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